
Policiais militares atuantes em Barreiras, ligados à Associação dos Policiais Militares do Oeste da Bahia – APMO – retomaram o trabalho nesta sexta-feira, 10, após Assembléia realizada no Batalhão no final da tarde de quinta-feira, 09, definir o fim do movimento que teve início no dia 03. Mas, uma nova paralisação ainda pode vir acontecer a qualquer momento dependendo da decisão da tropa em uma nova Assembleia.
De acordo com informações do vice-presidente da APMO, Francisco Berto, o movimento em Salvador tomou um rumo diferente ao citado, a divulgação das escutas e imagens do líder Marco Prisco e posteriormente a sua prisão. Portanto, o movimento em Salvador perdeu o foco, força e objetivo, conforme Berto.
A decisão em parar com o movimento e dar sequência às atividades não foi da associação, foi uma decisão coletiva entre todos os que participaram do movimento. Segundo o vice- presidente da APMO, muito se fala em acordo em Salvador e não se sabe ainda se vai ter ou não, nem tão pouco se tem alguma comissão negociando, mas assim que tudo se regularizar, uma nova paralisação pode acontecer, conforme Berto.
“Os manifestantes decidiram que era melhor parar com o movimento, pelo fato de não sabermos mais de nada, não tínhamos mais certeza, mas a partir do momento em que as coisas se organizarem em Salvador, o movimento funcionar de forma idealizada com objetivos definidos dentro da ordem da justiça, com lideranças e comissões, uma nova paralisação pode acontecer, dependendo da decisão da tropa, que a qualquer momento pode solicitar uma Assembleia,” disse Francisco.
Acordo
Conforme Berto, as questões do movimento, as pautas que foram colocadas não estão de acordo com os anseios da classe. O que está sendo cobrado pela tropa é que o governo regulamente uma lei criada em 97, que é regulamentação da GAP IV e V. A proposta do governo é que seja paga em novembro a GAP IV e a V está suspensa até 2015, e que não atende ao anseio da classe. A proposta apresentada ao governo é que seja paga em março a GAP IV e a V no ano seguinte.
Conforme o vice-presidente da associação, o trabalho continua na esperança de que tudo seja resolvido. “Vamos continuar trabalhando e esperar que tudo aconteça da melhor forma possível, se tivermos que parar, nós vamos parar, mas a nossa vontade é de continuarmos trabalhando e principalmente de termos nossos direitos respeitados,” falou Berto.
Mural Carlos
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